Abordagem sistêmica para criar valor ao paciente

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Por Diretoria de Comunicação e Marketing em 18/08/2016
Abordagem sistêmica para criar valor ao paciente

Um modelo para a melhoria da qualidade, satisfação dos pacientes com eficiência operacional

Durante muito tempo as instituições de saúde acreditaram que qualidade e sustentabilidade eram lados opostos de uma mesma moeda e, portanto, deveriam optar por um deles.

Acreditava-se que ter qualidade exigia muito investimento, custos elevados e retorno improvável. Atualmente cresce a percepção de que somente por meio da qualidade as instituições atingirão a sustentabilidade financeira e a perenidade. A maneira para conciliar estas forças aparentemente opostas é a busca constante por ganhos de eficiência operacional, redução de desperdícios e consequentemente de custos.

Se o aparente dilema é importante em todas as indústrias, na área da saúde ganha ainda maior relevância, pois no sistema econômico da saúde no Brasil a remuneração dos serviços prestados é baseada em volumes e não em melhores resultados assistenciais. Esta dinâmica, aliada a uma inflação setorial consideravelmente superior à inflação média da economia (IPCA), torna o empenho em melhorar a qualidade e a experiência do paciente e ao mesmo tempo reduzir os custos um desafio de todo o setor da saúde.

Além disso, toda a operação hospitalar apresenta complexidades e desafios de produtividade raramente encontrados em outros setores, como o trabalho coordenado de milhares de funcionários de inúmeras especialidades, assim como a necessidade de ao mesmo tempo padronizar processos e protocolos e personalizar o atendimento ao paciente.

Porém, mais do que discorrer sobre a natureza desse contexto, este artigo procura compartilhar uma experiência bem-sucedida do Hospital Israelita Albert Einstein na estruturação baseada numa metodologia de organização do trabalho focada em princípios inovadores de mobilização de lideranças e funcionários em torno de objetivos comuns, em prol dos pacientes, da produtividade e do uso racional de recursos.

 

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Fonte: Havard Business Review

Por: Claudia Regina Laselva Miguel Cendoroglo Neto, J. Claúdio Terra, Sidney Klajner e Claudio Luiz Lottenberg

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